Cada dilema inconstante que eu carrego, cada paranóia mal desenvolvida, cada palavra pronunciada e todas as ações direcionadas a mim deixaram – e continuam a deixar – marcas irreparáveis.
Marcas que nem o tempo cura, nem palavras são capazes de amenizar. Marcas que lembram cicatrizes altas, porém, invisíveis a outros olhos. Só os meus veem e apenas minhas mãos as sentem.
Agonizante, não? É.
E para quem vê de fora, é simples e fácil. Normal e natural. Enganam-se.
E essa é a parte na qual não sei se fico feliz ou não: preferir que ninguém saiba ou odiar o fato de não saberem.
Talvez as coisas sejam mais complicadas do que parecem e o buraco seja muito mais embaixo.
Mas é o que acontece, né? A vida.
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