O post de hoje vai ser comprido então, preparem-se:
Dia 24 fez quatro anos que eu conheço meu melhor amigo.
Achei que ele não lembraria, então fiquei na minha e não disse uma palavra. E ele lembrou!
Fiquei MUITO feliz!
Então, Eduardinho, a primeira parte do post é pra ti...
Primeiramente, muito obrigada. Por tudo o que você já fez por mim, por todas as palavras, todas as brincadeiras, as madrugadas, as risadas... Obrigada por sempre me animar, me deixar feliz e ser uma das únicas pessoas que conseguem mexer comigo tão profundamente.
Não consigo me imaginar sem você, mesmo. Você é um dos responsáveis pelo o que eu sou hoje. Consigo ver um pouquinho de ti em muitas coisas que eu faço e falo.
É muito bom saber que eu posso contar contigo sempre. De qualquer lugar e a qualquer hora. Sinto-me tão bem por ter você. Tu sabe que ocupa grande parte desse meu coração idiota, né? Sabe que eu nunca te esqueço e sinto muito tua falta...
Desculpa por te deixar com vergonha sempre e por falar muita besteira... Mas é inevitável... lalala
Quero que você saiba também, o quanto eu te admiro. O quanto tenho orgulho de você. Não por você ser o bonzão, pegador, canalha... Mas por você ser assim... Ter todo esse tamanho e ser uma criança. Um nenis. Ter um coração enorme, e saber cativar as pessoas. Nunca encontrei ninguém assim, sabe? Você é tão único que eu quero te por num potinho. (Posso?)
Enfim, obrigada por estes quatro anos! A gente nunca pensou que chegaríamos tão longe, né? Pois bem, chegamos. Quatro anos de muitos, eu espero.
Parabéns pra nós, melhor amigo, canalha, Daniel, safado, delicinha, grandão e futuro marido. E desculpa qualquer coisa...
Amo você, Edu!
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A segunda parte do meu post, é um quase desabafo.
As coisas mudam, não é?
É incrível como as pessoas mudam junto com as coisas. Com as situações. Costumo dizer que toda mudança tem seu lado bom. A dessas pessoas que eram queridas por mim, também.
Abri os olhos.
Não que deixei de gostar. Não foi bem isso... Simplesmente não existe mais admiração, compreende? Não há nada que eu admire nessas pessoas. Até mesmo a beleza física fora ofuscada pelas atitudes infantis.
Sempre odiei superficialidade. Procuro afastar-me de pessoas assim.
E olha só: estava cercada por elas.
Felizmente, eu sempre fui esperta. E não gosto de segundas chances.
Conceito para mim é algo fundamental em uma pessoa. Conceito, personalidade, inteligência e afinidade.
Pois bem, vocês perderam todo o conceito que tinham comigo. Evaporou, virou pó. Parabéns.
E mostraram que personalidade é algo que realmente faz falta nesses corpos bem esculpidos e nesses rostinhos desenhados.
Inteligência então... Vamos até pular o assunto.
E afinidade, bem, afinidade é essencial em toda e qualquer relação. E eu sinto muito, queridos. Nós a perdemos. Ou finalmente percebemos que ela nunca existiu. Era tudo, pura educação e nada mais.
Então, sinto muito. Amigos, conhecidos.
Se endureci, tornei-me fria, inerte, indiferente ou imparcial... A culpa é minha, sim. Com o passar do tempo, tenho-me tornado um tanto exigente. E vocês, sim, são pouco.
Não quero amigos por conveniência, não quero dois beijinhos na face, ou falsa afinidade.
É simples: Vocês tomaram atitudes que não me agradam. Envergonham-me.
Caíram no meu conceito. Apagaram-no.
Não me deixaram brava ou qualquer coisa do tipo. Apenas não me servem mais. Acabou.
Como tudo acaba.
É só isso e nada mais. Por favor, entendam-me.
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E termino esse post dizendo o que tá meio engasgado aqui:
Eu gosto de gente que batalha. Que aproveita as brechas. Que corre atrás, que faz por merecer.
Conquista, envolve. Que me dá vontade de correr atrás também.
De remar, de batalhar também.
Fazer valer à pena.
Sabe como é, né? Gosto de gente de atitude.
Mas acho que dessa vez, - caí de novo - aprendi: Preciso parar de esperar atitude de gente que não tem.
“De repente, me passa pela cabeça que a minha presença ou a minha insistência pode talvez irritá-lo. Desculpa, não insistirei mais.” C.F.A.
Boa semana.
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