
(A foto já diz tudo, mas achei que um post seria digno.)
Desculpem-me pela ausência. Minha escola não sabe que eu conduzo tantas redes sociais, portanto não posso culpá-la. Mas, bem que eu gostaria.
Enfim...
Recebi elogios e comentários positivos sobre o meu blog essa semana.
Fiquei contente.
É bom saber que alguém aprecia minha forma de expor pensamentos.
Mas por outro lado, sinto-me envergonhada. Trato de assuntos tão pessoais e íntimos aqui e não fazia idéia de que essas pessoas liam.
É como se estivessem lendo um pedaço de mim que eu escondo. E parece que assim, descobrirão meu ponto fraco.
Eu sinceramente, não gosto da minha maneira de escrever. Parece-me que sempre faltam palavras, que tudo soa incompleto.
Mas quem sabe seja isso mesmo. Eu me sinto assim: incompleta.
E tudo o que eu escrevo aqui, sou eu. Totalmente eu.
Não existem sorrisos falsos, frases forçadas.
Sou eu que mando aqui. Assim como mando em mim.
Quem me vê, não imagina o quanto eu tenha para falar, nem para contar.
Eu sei bem o que todos pensam e vocês – que leem isso neste exato momento – também.
Enganam-se. Mas é por minha culpa.
Eu só mostro o que eu quero que enxerguem. Nada mais.
Mas parem para analisar cada publicação deste blog. O buraco é muito mais em baixo e muito mais profundo, garanto.
E um dia, quando eu finalmente tornar-me o que eu quero, vou fazer uma publicação dedicada à todos vocês, que me julgam e me odeiam sem nem mesmo saber meu nome completo. Filhos da puta.
Mas isso já é outro assunto, para outro dia.
E como estou lendo Lispector e falando de escrita:
“Sinto-me tão perto de quem me lê.”
Obrigada a todos que gastam alguns minutos lendo esse monte de tralha que eu escrevo aqui, mesmo.
Boa semana.
Nunca li nenhuma tralha aqui, somente sentimentos. E eu adoro lê-los aqui.
ResponderExcluir'incomplestismo' se me permite chamar assim, faz parte de um tanto de gente que se sente perdida e que se pudesse ler um só desses seus textos talvez se sentisse melhor e menos sozinho no mundo.
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